quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Profissão:Professor. Diagnóstico:Estresse

Dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho) apontam que incidência de afastamento por recomendação médica entre docentes é grande.
Diz o ditado popular que o trabalho dignifica o homem. Porém, em alguns casos, ele também pode causar estresse ou trazer distúrbios psicológicos. Segundo dados da OIT, profissões como médico e professor, estão entre as desgastantes, de modo que entre esses profissionais, a incidência de afastamento por recomendação médica é significativa.
Entre os professores, o contato direto com o público, no caso com os alunos, é o agravante para a deflagração de doenças psicossomáticas."Lidar com outras pessoas, com grau de responsabilidade de um professor, pode ser muito desgastante", diz a psicóloga Rosa Endo.
O aumento cada vez mais significativo de casos de afastamento de professores por problemas psicológicos, segundo a profissional, está diretamente ligado à mudança cultural em sala de aula. "A dinâmica educacional mudou e os alunos já não mantêm o mesmo respeito que tinham em relação ao professor em outros tempos. Está mais difícil para eles lidarem com os estudantes, cujos limites se perderam", acredita.
Porém, os alunos mal comportados não são os únicos causadores dos problemas psicológicos em professores. O excesso de trabalho também conta como pontos para o desgaste mental. "É um reflexo da remuneração insuficiente. Para ganhar mais, alguns professores, muitas vezes não têm uma válvula de escape, momentos de lazer".
No caso dos professores, os problemas mais comuns são os estresse e a Síndrome de Burnout, que se resume na desmotivação em continuar no magistério. "Esses existem em maior evidência".
Os reflexos dos males psicológicos podem se traduzir em agressividade excessiva, descontrole emocional ou depressão. "No caso do estresse, a manifestação de sintomas pode vir no corpo, como dores de cabeça, dores pelo corpo ou no estômago".
Uma vez diagnosticado o problema, não há saída senão o afastamento do professor para o tratamento, que pode ser através de terapia ou se estender, em casos mais graves, para atendimento psiquiátrico, com medicação. "Depende de cada caso, mas o tratamento é sempre necessário, sob o risco de agravamento, caso não haja intervenção".
Prevenção:
Como em todos os males físicos ou psicológicos, a prevenção é o ideal. Muitas escolas têm desenvolvido momentos de pausa para a ginástica laboral, porém a saída mais eficiente, segundo a psicóloga, é tentar buscar locais alternativos para as aulas. "Com a agenda cheia, dificilmente os professores conseguem uma pausa. O interessante é mudar de ambiente, o que também ajuda a tornar os alunos mais interessados. No entanto, tudo depende da disciplina ministrada".
Fonte: O Estado do Paraná (2006).

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

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